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Tecnologia

Após dois anos de LGPD, empresas ainda precisam desenvolver cultura de segurança

Após dois anos de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, tanto pequenas empresas quanto os grandes empreendimentos deparam-se com um ponto em comum: uma cultura ainda pouco madura de desenvolvimento seguro.

“Diferente do que aconteceu na Europa, quando foi implementada a GPDR – considerada a lei ‘inspiradora’ da LGPD, aqui tivemos tempo para nos adaptar. No entanto, a cultura de desenvolvimento seguro ainda precisa ser adaptada aos processos tanto de planejamento quanto desenvolvimento dos negócios”, destaca o diretor da Acorp, Silvio Eberardo.

O executivo alerta que se por um lado as equipes trabalham com desenvolvimento ágil, que acelera o processo de elaboração e implementação de novos recursos tecnológicos, por outro, precisam de uma operação que observe diversos aspectos da segurança da informação, desde a raiz.

De acordo com Eberardo, em um cenário geral, o panorama da LGPD no Brasil ainda é animador, uma vez que as empresas não esperaram a lei “pegar” para já realizarem adaptações. Por outro lado, a percepção de que a LGPD serve apenas para grandes empresas tem sobrepujado empreendimentos como as micro e pequenas empresas (MPE).

“Alguns especialistas dizem que a estrutura para que a LGPD foi pensada mira mesmo é nas grandes empresas, embora teoricamente todas estão sujeitas às multas, já que são todas iguais perante a lei. Isso faz com que muitas MPEs afrouxem os processos, enquanto as grandes empresas muitas vezes se limitam a um mero formulário de consentimento em vez de promover a mudança da mentalidade sobre a segurança da informação”, explica o especialista.

Ferramentas que apoiam as empresas no tratamento de dados

Eberardo destaca que, mais do que imprimirem formulários e afixarem diretrizes em murais, as empresas precisam tornar a LGPD palpável sob pena de sanções da lei. E, para apoiá-las, existem plataformas tecnológicas que facilitam o tratamento de dados sensíveis.

“Hoje existem ferramentas que ajudam as empresas a aplicar segurança desde o planejamento do produto, passando pela implementação e execução, monitorando todos os aspectos da solução delas: desde a execução, permissionamento, autoridade, identidade e os mais diferentes aspectos como segurança de rede e de aplicação”, explica.

“Com uma cultura de segurança forte,  muitas empresas poderão desenvolver produtos e processos que tornarão os dados de seus clientes mais seguros, reforçando uma visão de confiança e solidez que os públicos de interesse esperam de seu negócio”, finaliza.

Fonte: Acorp

Fonte: Portal Contábeis