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Tecnologia

Pix: como fazer transferência somando saldo de bancos diferentes

Com o Pix, sistema do Banco Central (BC), fazer uma transferência ficou bem mais fácil e gratuito para pessoas físicas, mas já pode ter acontecido com algum usuário que precisa fazer uma transferência com o Pix e acabar não possuindo o saldo na íntegra em um determinado banco para fazer o envio.

Nesse caso, é possível fazer um Pix do banco X para o banco Y para completar o valor e, então, fazer o Pix para quem precisa. Mas, já pensou em fazer um Pix por um banco usando o saldo de uma outra conta? Isso já é uma realidade para alguns brasileiros. 

Graças ao open finance, alguns bancos começaram a liberar a função e outros estão correndo atrás para disponibilizar o serviço aos clientes. 

Entenda como funciona

O cliente abre o aplicativo de um banco e seleciona a opção de fazer um Pix usando o saldo de outro banco ao mesmo tempo

Se tiver R$ 50 em uma conta X e R$ 50 em uma conta Y, a pessoa pode fazer um Pix de R$ 100. O sistema usa a tecnologia de iniciador de pagamentos do Pix, que é uma ferramenta que permite que o consumidor faça uma transferência sem precisar acessar diretamente o banco em que seu dinheiro está guardado.

O iniciador de pagamentos é uma das funcionalidades do open finance, um sistema financeiro aberto que permite o compartilhamento de informações entre diferentes bancos. 

Até agora, conforme verificado pelo UOL, o Bradesco e o Banco do Brasil disseram que já oferecem a ferramenta. Santander terá em breve e o Itaú já está oferecendo a medida. A Caixa Econômica não respondeu até a conclusão deste texto.

Os clientes que quiserem usar a ferramenta vão precisar autorizar o compartilhamento de informações entre bancos. Se não autorizar, continua tudo igual como é hoje. Os bancos precisam respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , e deixar claro ao consumidor quais os dados compartilhados e como eles serão usados. 

Segurança da modalidade

Os especialistas ouvidos pelo UOL dizem que a modalidade é segura. O diretor de serviços financeiros da consultoria EY Brasil, Ivan Habe, diz que existem várias camadas de segurança (senha e biometria são alguns exemplos) que protegem as operações. 

Isso vale para todas as movimentações feitas pelos bancos online, inclusive o Pix com saldo de outros bancos. 

Vantagens e desvantagens

O cofundador e sócio da consultoria Xsfera, Bruno Segatto, diz que é normal as pessoas esquecerem o valor que têm em diferentes contas, por isso, ao unificar tudo em um aplicativo, fica mais fácil para o consumidor saber se ele tem dinheiro suficiente para um Pix sem ter que abrir todas as suas contas para consultar o saldo. 

Com o open finance, será possível ver o saldo de cada uma das contas no mesmo aplicativo. O especialista em tecnologia e inovação, Arthur Igreja, afirma que o consumidor ganha flexibilidade e conveniência com a novidade. 

Igreja diz que o open finance têm sido “exaustivamente testado” e por isso não vê risco de usar a ferramenta neste momento.

“É claro que o usuário precisa se ambientar, o cliente precisa entender o que está fazendo. Quanto maior for esse grau de compreensão, maior será a segurança no uso”, explica Arthur.

Tirando a adaptação do consumidor, os especialistas não enxergam problemas no uso desta nova modalidade de Pix.

Para Habe, o open finance traz mais transparência ao consumidor, além de aumentar a concorrência entre as instituições financeiras, e melhorar os serviços prestados aos consumidores. 

Sobre o tema, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), diz que a possibilidade de compartilhamento de várias contas é uma das principais funcionalidades do open finance. 

Em nota, a Febraban diz que as informações compartilhadas podem ser usadas para oferecer ao consumidor melhores ofertas de produtos e serviços personalizados e com melhores custos.

Com informações UOL Economia

Fonte: Portal Contábeis