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Economia

Fintechs atendem público esquecido pelos bancos

Na linha de frente para desenvolver produtos inovadores e personalizados, as fintechs desempenham um papel crucial na oferta de crédito. Assim como as startups, elas nascem em berços de tecnologia, e utilizar a ciência de dados para atender às necessidades dos seus clientes costuma ser parte do core business do segmento.

É nesse cenário que o Open Finance se mostra um aliado poderoso: o compartilhamento seguro de dados entre instituições financeiras que ele promove está transformando o mercado de empréstimos pessoais, tornando-os mais acessíveis, ágeis e adaptados às demandas individuais. 

A análise minuciosa de dados dos usuários permite uma compreensão mais profunda sobre o perfil dos consumidores, dando às instituições financeiras a oportunidade de oferecer soluções adequadas para os correntistas e minimizar os riscos de inadimplência.

“O Open Finance e a atuação das fintechs são passos importantes em direção a um sistema financeiro mais inclusivo e justo, onde o acesso ao crédito não seja limitado pelas circunstâncias econômicas e histórico de crédito passado. Com essas mudanças, estamos construindo um futuro financeiro mais equitativo para todos”, explica Rogério Cardozo, diretor-executivo da Simplic, fintech de crédito pessoal.

Para muitas fintechs, o histórico de inadimplência é o único critério para avaliar as necessidades de pagamento de alguém – os dados mais recentes do Mapa da Inadimplência, do Serasa, mostram que quase 72 milhões de brasileiros estão com o nome restrito. Essa compreensão as leva a utilizar diversos outros aspectos do perfil financeiro de uma pessoa para oferecer crédito de forma mais justa e segura para ambas as partes. 

Com o  Open Finance, as instituições financeiras têm acesso a informações como receitas, despesas, movimentações e histórico, permitindo uma análise mais precisa da capacidade de pagamento e do perfil de crédito. O resultado é uma avaliação de risco mais objetiva e personalizada, consequentemente aumentando as chances de aprovação de empréstimos pessoais, especialmente para as classes menos favorecidas

“Essa compreensão é fundamental, pois os dados podem ajudar as instituições financeiras a desenvolver soluções adequadas que atendam às expectativas e necessidades específicas dos clientes. Muitas vezes, as pessoas tiveram problemas temporários e estão se recuperando. Existem diversas variáveis, e a análise de dados permite coletar, armazenar e interpretar informações dos clientes de forma mais precisa. Isso ajuda a entender melhor o perfil pessoal, os hábitos de consumo e as ambições”, prossegue a executiva.

O acesso ao crédito é uma forma de também impulsionar a economia, especialmente em tempos de crise. Segundo dados do Real Time Big Data, cerca de 24% das famílias estão reduzindo seus gastos para equilibrar as contas. Muitas delas enfrentam dificuldades financeiras sofrendo com preços mais altos e renda reduzida e, para lidar com essa situação, recorrem a empréstimos pessoais. No entanto, essa opção é historicamente demorada e burocrática. 

“Em tempos de crise econômica, quando os preços sobem e as taxas de juros aumentam, o mercado financeiro fica mais cauteloso. Mas também é este o papel do Open Finance e das fintechs: oferecer alternativas que não sejam limitantes para quem mais precisa”, finaliza Rogério.

Fonte: Simplic

Fonte: Portal Contábeis