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Economia

Economia de dinheiro ainda pesa mais que sustentabilidade na adoção da economia circular

A compra de produtos usados parece ter ganhado espaço no Brasil. Estudo do Capterra sobre economia circular e produtos de revenda mostra que 90% dos respondentes brasileiros adquirem produtos de segunda mão com alguma frequência.

O levantamento online foi realizado entre novembro e dezembro de 2022 e contou com a participação de 1034 pessoas de todas as regiões do País.

O objetivo da economia circular é fazer com que os produtos passem mais tempo na cadeia de consumo para evitar o desperdício e a contaminação do meio ambiente; nesse sentido, os itens de segunda mão ajudam a retardar o descarte de produtos. 

Entretanto, não são as práticas sustentáveis que mais motivam os consumidores a adquirir mercadorias usadas. De acordo com o estudo, a economia de dinheiro é o fator que mais pesa na compra desses produtos (39%) –a sustentabilidade é citada em seguida, com 20% dos respondentes apontando esse motivo. 

“Observamos que, entre as pessoas desempregadas, o porcentual dos que afirmam comprar sempre esse tipo de produto é superior em relação a aqueles que possuíam um trabalho no momento da pesquisa. Isso reforça o viés econômico das compras de segunda mão”, comenta a analista responsável pelo estudo, Marcela Gava.

Em um cenário de alta inflação, que reduz o poder de compra das pessoas, é até esperado que os consumidores busquem maneiras de obter produtos que necessitam sem que isso pese tanto no bolso. Por isso, negócios que investem no segmento devem estar atentos para otimizar a precificação de produtos usados.

Os dados indicam ainda que eletrônicos (55%), livros (53%) e roupas (46%) são os principais tipos de produtos adquiridos pelos respondentes nesse tipo de comércio. 

Preocupação com o ciclo de vida dos produtos

O descarte frequente –e muitas vezes irregular– de lixo eletrônico é um problema para o meio ambiente, já que sua composição com materiais tóxicos pode causar contaminação em ecossistemas. Manter os produtos e insumos por mais tempo dentro da cadeia de consumo é uma maneira de frear tal situação.

Neste contexto, os respondentes da pesquisa do Capterra demonstraram se preocupar com o ciclo de vida dos produtos que adquirem. 

Isso porque 9 de cada 10 (91%) disseram concordar com a afirmação que “[eles] se preocupam ativamente em prolongar o ciclo de vida dos produtos que compram” –49% concordam totalmente com a afirmação e 42% concordam parcialmente.

Fonte: Capterra

Fonte: Portal Contábeis