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Economia

O investimento em ações de petroleiras em meio a alta do petróleo

Quando o brasileiro pensa em investir numa empresa de energia, o nome Petrobras vem à mente imediatamente. Com alta de quase 40% na ação desde o início do ano, não seria para menos.

A alta no preço do petróleo vem contribuindo para valorizar as empresas de energia em todo o mundo. Contudo, a Petrobras é controlada pelo governo e costuma sofrer interferência estatal em sua política de precificação.

Para contornar isso, é possível investir nas gigantes internacionais através de contratos financeiros chamados CFD. Exxon Mobil, Chevron, Shell e ConocoPhillips são algumas das ações disponíveis.

O caso da Exxon merece destaque porque suas ações tocaram o ponto máximo histórico no mês passado. A companhia conta com 62.000 funcionários, conforme seu último relatório anual, e com quase 400 bilhões de dólares de receita, além de aproximadamente US$ 56 bilhões de lucro líquido.

Sabe-se que o preço do petróleo é um dos principais indicadores da economia global, sendo influenciado pela oferta e demanda pela commodity e por conflitos geopolíticos, dentre outros fatores. 

O barril Brent, referência no mercado internacional, atingiu pico de quase US$ 90 recentemente em meio à continuidade da invasão da Ucrânia pela Rússia e à tensão no Oriente Médio

A alta dessa commodity tem impacto significativo na inflação mundial, elevando os custos de produção e transporte de bens e, por sua vez, incrementando preços para os consumidores. 

Em resumo, gasolina, diesel, querosene e outros combustíveis encarecem, elevando o preço do transporte de produtos – seja por via rodoviária, marítima ou aérea.

Com o encarecimento do combustível, os agricultores tendem a se voltar para a cana de açúcar, a matéria-prima do álcool, e sobra menos área para o plantio de alimentos. 

Além disso, o petróleo é uma importante matéria-prima para a produção de fertilizantes, o que também pode impactar os preços dos alimentos. Plásticos e produtos químicos tendem a subir.

Quando a inflação sobe, o Banco Central é pressionado a elevar a taxa de juros, para esfriar a economia.  

Mas há aproximadamente três anos, a situação era inversa. A recessão provocada pela pandemia da COVID-19 atingiu em cheio as petroleiras, e ExxonMobil, BP, Shell, Chevron e Total registraram prejuízos recordes. 

Além da queda verificada no preço do petróleo, a OPEP ordenou cortes de produção que também contribuíram para o encolhimento do refino e da indústria química. A sigla OPEP significa Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Antes da pandemia, a maioria das empresas previa o petróleo em preços próximos aos atuais, mas em 2020 chegaram a território negativo. 

Dois anos depois, petróleo e gás voltaram com tudo nas bolsas de valores. A invasão da Ucrânia e boicotes geopolíticos fizeram incrementar as operações das principais empresas de energia.

Atualmente, os preços do petróleo voltaram a elevar-se com a ameaça de conflito no Oriente Médio. 

Olhando adiante, a OPEP está otimista com o valor da commodity.

Em seu recente relatório, a organização espera que a demanda global alcance 116 milhões de barris por dia no ano de 2045, em comparação a pouco menos de 100 milhões em 2022. 

Também segundo o documento, a indústria deverá investir US$ 14 trilhões para atender a demanda que está por vir.

Fonte: Portal Contábeis