artisan selection travel stories escort listings exclusive offers official site ceramic mugs home decor travel stories storefront adult services local directory home decor online store urban lifestyle escort listings best deals best deals product catalog home decor official site escort listings urban lifestyle local directory ceramic mugs storefront adult services creative works best deals shop now product catalog escort listings local directory buy online urban lifestyle handmade gifts product catalog official site shop now escort listings exclusive offers online store ceramic mugs premium collection travel stories escort listings exclusive offers exclusive offers storefront local directory online store home decor city guide exclusive offers adult services urban lifestyle creative works travel stories home decor local directory home decor
Trabalhista

68% dos trabalhadores acham injusto o salário que recebem

Uma pesquisa realizada pela consultoria global Gartner apontou que cerca de 68% dos trabalhadores acreditam que o salário que recebem é injusto.

O levantamento foi realizado com 3.523 funcionários e 104 líderes de Recursos Humanos (RH) de todo o mundo no segundo trimestre do ano passado.

De acordo com a pesquisa, a percepção de justiça salarial dos colaboradores impacta diretamente o seu engajamento. Isso porque as pessoas que acreditam receber um salário injusto têm uma intenção 15% menor de permanecer na atual empresa e são 13% menos engajadas no trabalho em comparação com quem está feliz com o salário.

“A sensibilidade dos funcionários às diferenças salariais percebidas está sendo exacerbada pelas condições econômicas de hoje, incluindo o aumento da inflação e o mercado de trabalho aquecido, que está causando uma mudança na remuneração entre profissionais efetivos e novos contratados”, afirma o diretor sênior do Gartner Prática de RH, Tony Guadagni.

Desconfiança

De acordo com pesquisa do Gartner, 84% das empresas estão conduzindo auditorias de igualdade de pagamento, porém de acordo com a consultoria, a raiz do problema é mais embaixo.

“As percepções dos funcionários sobre a equidade salarial são estão enraizadas na remuneração. Ao invés disso, o principal impulsionador da percepção é a confiança organizacional [quando as pessoas não confiam em seus empregados, elas não acreditam que sua remuneração é justa ou equitativa]”, explica Guadani.

Comunicação eficiente

Segundo a consultoria global, uma das chaves para aumentar a confiança dos funcionários é a comunicação, algo que é o problema de muitas empresas, especialmente quando o assunto é salário.

Segundo a pesquisa, quase 43% dos profissionais discutem seus pagamentos com colegas de trabalho que ocupam função semelhante, enquanto 45% consultam, pelo menos uma vez por ano, sites com informações de terceiros.

No entanto, menos de um terço dos funcionários diz estar ciente sobre quando sua organização prioriza a equidade salarial.

“Apenas 38% dos participantes da pesquisa relatam que entendem como a remuneração é determinada”, diz Guadagni.

O diretor sênior explica que quando as companhias educam seus colaboradores sobre como o pagamento é realizado, a confiança na organização aumenta em 10% e as percepções sobre equidade salarial aumentam em 11%.

Igualdade salarial

Enquanto avança o debate sobre equidade e transparência salarial nas empresas, com países criando leis que obrigam empresas a divulgarem informações sobre remuneração desde antes da contratação, mais empresas estão comprometidas com a questão.

Conforme a pesquisa do Gartner, 72% dos líderes de remuneração relatam que a alta direção da organização em que atuam acredita que a equidade salarial é uma prioridade alta ou muito alta. No entanto, os tomadores de decisão não priorizam esse assunto na prática, principalmente ao contratarem talentos críticos.

De acordo com o Gartner, os times de Recursos Humanos precisam criar times dedicados a esse assunto com uma visão ampla para entender quais os fatores que causam as distorções e como corrigi-los.

“Uma equipe de igualdade de pagamento ideal consiste em líderes e profissionais em todos os níveis, unidades de negócios e funções com conhecimento sobre as práticas e processos que criam desigualdade nas remunerações e um compromisso visível para manter a conformidade na organização”, afirma Guadagni.

Com informações da Exame

Fonte: Portal Contábeis