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Tributário

IR: em caso de restituição, vale adiantar o valor com empréstimo?

Contribuintes que já entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e verificaram que possuem valores a restituir de impostos pagos a mais no ano-calendário passado receberão o dinheiro em algum dos lotes previstos pela Receita Federal.

Neste ano, a restituição será feita em cinco datas, começando em 31 de maio e finalizando em 29 de setembro, mas a ordem de pagamento varia conforme a data que a entrega foi realizada e respeitando alguns critérios de prioridade.

Em 2023, a Receita Federal anunciou mudanças no grupo de prioridades legais ao incluir contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por Pix:

Confira a ordem de pagamentos de acordo com as prioridades legais:

  • Idosos com idade igual ou superior a 80 anos;
  • Idosos com idade igual ou superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave;
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • Contribuintes que utilizarem declaração pré-preenchida e ou se optarem por receber a restituição por PIX;
  • Demais contribuintes.

Por isso, se o contribuinte não faz parte do grupo de prioridades, a restituição pode ficar para o segundo semestre e a quantia apenas para o final do ano.

Dessa forma, muitos brasileiros se perguntam se vale a pena fazer um empréstimo nos bancos para ter sua restituição antecipada e quitar algumas dívidas que possam vencer ainda neste primeiro semestre. 

Como funciona a restituição antecipada do IRPF

Os principais bancos do país oferecem a possibilidade de pedir a antecipação da restituição do Imposto de Renda. Na prática, essa antecipação é um empréstimo e você pagará juros. Veja se vale a pena no seu caso.

A antecipação do Imposto de Renda é um empréstimo com garantia. A instituição financeira tem a comprovação que a pessoa receberá a restituição do imposto e quitará a dívida.

Por ser um empréstimo com garantia, os juros são mais atrativos do que em outras linhas de crédito.

O valor do empréstimo é limitado ao valor esperado da restituição.

Se a restituição não sair, por qualquer motivo, o contribuinte ainda será responsável pelo pagamento do empréstimo junto ao banco.

Quanto mais tempo demorar para sair a restituição, maiores serão os juros pagos. As condições do empréstimo variam de um banco para outro. Pesquise antes de contratar.

Quando vale a pena?

A antecipação do Imposto de Renda é indicada em duas situações, segundo os especialistas: se o contribuinte estiver passando por uma emergência financeira ou se usar o dinheiro para quitar uma dívida mais cara, ou seja, com juros mais altos.

“Vale a pena pegar a antecipação da restituição do Imposto de Renda apenas em casos de emergência financeira, e mesmo assim é preciso avaliar se os juros compensam o empréstimo”, afirma a educadora financeira, Carol Stange.

A planejadora financeira e professora de finanças, Virginia Preste, afirma que não vale pegar a antecipação para fazer compras que podem esperar depois: “nesse caso, é melhor aguardar o dinheiro da restituição e fazer a compra depois. Não dá para as pessoas acharem que é um dinheiro que está ali disponível mais fácil e pedir a antecipação para consumo. Porque, no final, a pessoa vai pagar juros por um dinheiro que ela já iria receber”.

Com informações UOL

Fonte: Portal Contábeis