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Trabalhista

Chefes confiam menos no poder do trabalho híbrido

O modelo do trabalho híbrido vem se consolidando como alternativa conciliadora no universo corporativo pós-pandemia da Covid-19.

De acordo com relatório From Surviving to Thriving in Hybrid Work (Da sobrevivência à prosperidade no trabalho híbrido, em tradução livre), feito pela empresa de tecnologia Unisys em parceria com a consultoria HFS Research, 70% das empresas indicam que o modelo híbrido persistirá como principal formato dentro das organizações nos próximos anos.

Apesar disso, o estudo também mostrou que líderes e liderados discordam sobre a eficácia do trabalho híbrido. Enquanto 49% dos funcionários afirmam que consideram o modelo bastante eficaz, apenas 33% das empresas dizem o mesmo.

A maioria dos empregadores (53%), acredita que o modelo que combina trabalho presencial com home-office é apenas um pouco eficiente. Outros 12% dizem que o híbrido é um tanto ineficiente. Entre os funcionários, esse índice é de 38% e 8%, respectivamente. 

O estudo, que ouviu cerca de 2.000 pessoas nos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Austrália, também apontou que 67% dos funcionários que atuam em um modelo híbrido citam a flexibilidade para equilibrar trabalho e vida pessoal como um dos principais fatores que motivam e influenciam o seu desempenho no trabalho.

Outra descoberta foi uma conexão entre o modelo híbrido e o aumento ou a manutenção do engajamento: segundo a pesquisa, a maioria dos funcionários (89%) que atuam em um modelo de trabalho híbrido relatam estar mais ou igualmente engajados em comparação com seis meses atrás.

Líderes subestimam a falta de interação como fator para desengajamento

A falta de engajamento foi um dos temas mais discutidos no ano passado, com tendências como a Grande Demissão e o Quiet Quitting mostrando que os funcionários estavam pouco motivados com as suas organizações.

Porém, o estudo da Unisys apontou que os líderes subestimam a falta de interação entre funcionários e gestores quando o assunto são os motivos que levam à falta de engajamento.

Enquanto os funcionários citam a falta de interação com a liderança como principal fator para se sentir menos engajados no trabalho (33%), as empresas acreditam que é a facilidade de encontrar novos empregos a causa primordial que gera o desengajamento (28%).

Veja a visão dos profissionais sobre os principais motivos para se sentirem desmotivados:

  • Dar mais importância para outras áreas da vida (29%);
  • A falta de separação entre trabalho e vida pessoal no home-office leva ao burnout (18%);
  • A falta de interação com colegas (9%);
  • Facilidade de achar outros empregos (3%).
  • Já na visão dos líderes as principais causas que levam ao desengajamento são:
  • Os funcionários dão mais importância para outras áreas da vida (22%);
  • A falta de separação entre trabalho e vida pessoal no home-office leva ao burnout (19%);
  • A falta de interação com colegas (13%);
  • A falta de interação com líderes (6%).

Funcionários chegam a perder até 10 horas com problemas relacionados à tecnologia

O estudo também apontou que problemas relacionados à tecnologia impactam diretamente a produtividade dos profissionais, que precisam dispensar várias horas por semana lidando com essas questões.

De acordo com o estudo, quase metade (49%) dos funcionários estima perder entre uma e cinco horas semanais de produtividade da força de trabalho lidando com problemas de TI.

Outros 18% dizem perder entre 6 a 10 horas por semana lidando com questões de infraestrutura tecnológica. 

Existem aqueles (5%) que gastam mais do que 10 horas por semana com bugs e outras falhas na área tech. Apesar disso,  42% das empresas não medem a perda de produtividade devido a problemas técnicos.

Com informações da Exame

Fonte: Portal Contábeis