artisan selection travel stories escort listings exclusive offers official site ceramic mugs home decor travel stories storefront adult services local directory home decor online store urban lifestyle escort listings best deals best deals product catalog home decor official site escort listings urban lifestyle local directory ceramic mugs storefront adult services creative works best deals shop now product catalog escort listings local directory buy online urban lifestyle handmade gifts product catalog official site shop now escort listings exclusive offers online store ceramic mugs premium collection travel stories escort listings exclusive offers exclusive offers storefront local directory online store home decor city guide exclusive offers adult services urban lifestyle creative works travel stories home decor local directory home decor
Tributário

Guedes: reforma tributária é a mais importante a ser feita para o governo

Na última segunda-feira (19), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em entrevista a uma rádio, que a reforma tributária é a mais importante para o governo.

Guedes foi perguntado também sobre qual privatização seria a prioritária em um possível segundo mandato do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas não respondeu sobre.

“Você pergunta qual a mais importante, eu considero a tributária. Nós estamos tentando uma reforma tributária em parte, porque reduzimos impostos sobre combustíveis, sobre telecomunicações, sobre transportes, sobre o setor elétrico, que são impostos indireto”, afirmou o ministro.

O ministro da economia completou ainda que os impostos sobre a folha de pagamento são “armas de destruição em massa de empregos”. O ministro atribui a alta carga tributária trabalhista a existência dos 38 milhões de invisíveis durante a pandemia, que levaram o governo a criar o auxílio emergencial.

“Eram pessoas que vendiam coisas nos sinais, vendiam garrafas de água nos jogos de futebol e, de repente, essas atividades acabaram e surgiram 38 milhões de invisíveis brasileiros, que trabalham, acordam cedo. Esses impostos perversos nós temos que eliminar”, destacou Guedes.

Guedes finalizou reafirmando que o Brasil tem uma dinâmica própria de crescimento e, mesmo que a economia global enfrente uma recessão no ano que vem, o país não deve ser afetado.

“Nós temos condições de crescer 3% de novo, daí pra frente, em dois, três, quatro ou cinco anos, tranquilamente, se nós seguirmos com a nossa agenda de transição para uma economia de mercado de consumo de massa”, disse o ministro.

Banco Central

Para Guedes, o Banco Central errou ao falar “o tempo inteiro” no ano passado que havia risco fiscal no país, argumentando que falhas da autoridade monetária teriam ocorrido por erros e não por militância.

Segundo o ministro, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, é muito competente, mas estava falando sobre o quadro fiscal “enquanto eu estava preocupado com o monetário”.

Em entrevista à Rádio Guaíba, Guedes também afirmou que o governo fará “a despedalada final” no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesta semana, mencionando que o banco de fomento tem que devolver de 80 a 90 bilhões de reais ao Tesouro Nacional.

IPI

O ministro da economia voltou a afirmar também que um dos objetivos do governo é o de acabar com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo ele, os impostos sobre a agroindústria também devem ser reduzidos. 

No entanto, Guedes não detalhou quais serão reduzidos e quando isso deve ocorrer.

Carteira verde e amarela

O ministro da economia voltou a defender a criação da carteira de trabalho verde e amarela, com redução de encargos para a contratação de trabalhadores. Essa proposta foi enviada ao Congresso e rejeitada pelos parlamentares.

“Nenhum governo transferiu mais recursos para os mais frágeis. Fizemos a maior redução de pobreza dos últimos 40 anos”, disse o ministro.

Críticas aos analistas do mercado financeiro

Guedes voltou a declarar que os analistas que têm errado as projeções para a economia brasileira também têm feito previsões catastróficas para o país em 2023.

“Nós mudamos a dinâmica de crescimento da economia brasileira. Com concessões e privatizações, já existe um novo eixo para a economia. Temos R$ 900 bilhões de investimentos contratados para os próximos dez anos”.

O ministro ainda insistiu que “quem previa recessão em 2022 já fez 10 revisões de crescimento do PIB para cima. Alguns militantes estão só fazendo a ‘rolagem da desgraça’ para 2023. Dependendo do resultado da eleição, pode ser que a desgraça dê certo”.

Reforma administrativa

O ministro da economia voltou a afirmar que o governo realizou uma reforma administrativa invisível, com 40 mil funcionários a menos e, sem a concessão de reajustes salariais para os servidores durante a pandemia.

Na avaliação dele, as mudanças no RH do Estado contam com “todo o apoio” do funcionalismo.

“Os servidores públicos no Brasil acumularam reajustes com aumento real de 50% nos últimos 17 anos. Pedimos para eles nos ajudarem sem a concessão de reajustes durante a pandemia já que estavam trabalhando em casa, no home office. A reforma administrativa tem todo o apoio do funcionalismo que conversa com a gente”, disse.

O ministro também voltou a declarar que a mudança na legislação tributária é a mais importante das reformas. Ele afirmou que a proposta tem competência para aumentar o potencial de crescimento da economia, com mais eficiência e tributando os mais ricos.

Devolução do BNDES ao Tesouro

Guedes voltou a cobrar que o BNDES faça uma devolução final, até o fim desta semana, de R$ 90 bilhões à União. Na agenda dele, constava ainda nesta terça-feira (20) uma reunião com o presidente da instituição, Gustavo Montezano, às 15h.

O ministro da economia tem dito publicamente que dos R$ 500 bilhões aportados pelos governos petistas no banco público, R$ 410 bilhões foram devolvidos e ainda faltam R$ 90 bilhões.

“Vamos usar esse dinheiro do BNDES para reduzir a dívida pública. Com a devolução final pelo BNDES, a relação entre a dívida pública e o PIB volta para um patamar de quando chegamos aqui”, disse o ministro.

Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

Fonte: Portal Contábeis