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Planejamento previdenciário: dados revelam importância

De acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a idade média da população atualmente fica em torno dos 35 anos, sendo que aqueles acima de 65 já representam quase 11% do total.

O percentual de 65+ fica bem acima do registrado nos anos de 1980, quando era de apenas 4% do total. 

Diante dessa situação, a previdência privada começou a decolar nos últimos anos. Conforme levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), os aportes subiram 2,9% em 2023 relação ao mesmo período do ano de 2022.

Diante disso, quase 11 milhões de brasileiros já acumulam R$ 1,3 trilhão em ativos, um aumento de 14,1% sobre os primeiros seis meses de 2022.

Em vista desse cenário, o grande desafio agora é mudar a cultura das pessoas sobre a construção de patrimônio de longo prazo, com valores que podem partir de R$ 50 e ir avançando, conforme os ganhos forem melhorando.

Além disso, outro tipo de investimento que pode ser feito pela população é partir para o Tesouro Direto RendA+, que paga inflação Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) e mais 5,92% ao ano.

Pode-se dizer também que a estabilidade da moeda também tem levado muitas pessoas a planejar até mesmo o futuro dos filhos, com planos para a pessoa ter renda ou pagar uma faculdade.

Apesar de todos esses pontos, a professora de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Myrian Lund, alerta sobre os planos privados de aposentadoria e até os de Tesouro Direto.

“Nenhum desses investimentos garantem a renda vitalícia. Hoje há muitos estímulos para as pessoas não pagarem INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], o que pode ser um erro, porque os produtos do mercado financeiro têm prazo definido para acabar”, diz.

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Com informações do InfoMoney

Fonte: Portal Contábeis